Lá em meados de 2016, recebi um convite de um grupo de teatro que admiro muito. Trata-se do Grupo Esparrama, que na época era formado por cinco pessoas: o Iarlei Rangel, o Kléber Brianez, a Lígia Campos, a Luciana Gandelini e o Rani Guerra. O Esparrama tem como base de sua pesquisa teatral a linguagem do palhaço que, dentre outras coisas, é uma arte que se fundamenta no improviso e na escuta atenta do outro. Continue lendo, clicando no título.
